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Muitas pessoas sofrem com os sentimentos conflitantes de não ter paciência e responder com gritos, seja na vida pessoal ou profissional. Pela falta de paciência e sensação de irritação vem a falta de controle, muitas pessoas descrevem isso sentindo como se o “emocional ficasse abalado” e explodem em comportamentos agressivos (pelo tom alto usado). Alguns ficam quietos por muito tempo e depois extravasam as emoções erroneamente, outros agem assim constantemente. Porém, depois da explosão, da descarga de adrenalina, é comum que a razão tome a frente e, talvez, sentimentos de culpa, auto analise, auto crítica, lógica e ponderação tenham a presença mais marcante e firme na mente e consciência, por isso, para muitos vem o choro, mal estar e culpa após esse tipo de situação.

Para eliminar, curar e melhorar o uso do grito como forma de expressão, sugere-se:

– Avaliação de saúde física (consulta com um médico);

– Avaliação de saúde emocional (consulta com um psicólogo).

– Exames (se necessários);

– Medicamentos (se necessário);

– Diagnóstico e prognóstico;

– Tratamento (se necessários);

– Psicoterapia para ajustes e aprendizado de expressão.

Algumas alterações físicas, por exemplo, hormonais, podem alterar a forma de expressar as emoções. Problemas emocionais, possivelmente, estresse, ansiedade ou mesmo depressão (o diagnóstico é feito durante a consulta quando estiver com o profissional), podem fazer parte desse momento. A falta de paciência, irritação com frequência, podem fazer parte desse quadro. Para melhor compreensão, a busca de ajuda profissional é o melhor caminho.

Quem grita, normalmente, se sente, além do mal-estar geral:

– Incompreendido pelo outro;

– Falta de organização das ideias para expressão correta e educada do que se pensa;

– Dificuldade de comunicação através de palavras precisas (falta de treino social).

Quem sofre com grito e descontrole emocional necessita entender o que está ocorrendo com as ideias, emoções, expressões (tom da fala). É preciso avaliar como está a saúde emocional nesse momento pontual de vida.

Sessões psicoterápicas serão de grande valia para sua saúde emocional. É útil uma análise para ajudar a quem sofre com esse problema, se de fato, os outros, não entendem mesmo o que é dito, e como se pode aprender a se expressar para ser entendido ou, ainda, se há alguma dificuldade de ouvir o que se diz, e quem grita acaba julgando, sem ouvir, sem compreender e rotulando o outro como inadequado. Se quem falta alto se sentir “vitima”, ataca verbalmente em tom furioso para se defender. Explico isso, porque, se houver sentimentos e pensamentos que alguém está sendo ofendido, o grito vem como defesa, muito mais do que um ataque de fúria. Mas isso tudo, estou explicando de modo geral, parte do que digo vai se encaixar perfeitamente a quem interesse esse artigo e, parte não, pois como não escrevo precisamente destinado a alguém, não consigo ajustar de forma assertiva minha fala, mas deixo vários exemplos, para que o leitor possa filtrar e escolher o que é mais próximo da sua realidade ou de quem conhece que esse tema possa ser útil para o aprendizado.

O que exatamente provoca esse tipo inadequado de reação? Qual é o gatilho que gera e motiva o descontrole, o grito, a alteração emocional? Como criar novas e melhores formas de dizer o pensa? Como ser capaz de falar sem precisar deixar de expressar o que sente através de novos meios, melhores e mais eficazes tons de comunicação?

De modo geral, quem grita costuma ter alguns problemas:

– Amigos que se afastam;

– Familiares que se afastam;

– Problemas no trabalho;

– Saúde comprometida pelo excesso de estresse.

Ninguém gosta de assistir situações de descontrole (nem de si mesmo (nem de outros). O grito é um símbolo da falta de razão e descontrole. É um desequilíbrio nas relações, pois quem grita tem falta imagem de forte e dominador. Em teoria, quem tem razão, pode falar e não precisa gritar. É isso que passa, essa é a mensagem que fica para quem ouve. Se faz mal a quem grita (ao corpo e a mente), certamente, faz estrago a quem presencia e escuta. Há estudos que mostram que ambiente familiar recheado de gritos é quase ou mais prejudicial que ambiente fisicamente violento.

Confiar em nós mesmo, que somos capazes de nos comportar, expressar, argumentar e conversar com equilíbrio é muito gratificante. Desejo que quem precisa alcance esse novo patamar de emoções. Essas mudanças farão bem a todos do convívio.

Importante lembrar e ressaltar que o segredo aqui não é saber se controlar, tentar não agir assim, mas aprender novas respostas, quebrar padrão de grito e choro, e com isso, ser capaz de ter novas opções de ações e expressões. Isso é mesmo um aprendizado, necessita treino e interesse pela mudança (que se faz necessário) e esse caminho levará a cura.

Ao buscar ajuda, se indicado um tratando, iniciando o processo tudo será feito da melhor e mais ajustada maneira para o alcance da cura e bem-estar. Aprender a “gritar baixinho”, e falar no tom adequado que é socialmente aceito e lhe renderá bons frutos, será de grande ajuda no equilíbrio da comunicação.

Sucesso naquilo que busca! E até breve!

Adriana de Araújo Counselor and Executive Coach Consultoria via Skype www.adrianadearaujo.com.br

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