• pt-br
  • en
  • fr

    Tags:       

Distimia é uma doença que afeta o humor, diminui a energia e atrapalha o bem-estar. Seu nome é pouco conhecido, mas seus sintomas são comuns para algumas pessoas. É como se fosse uma depressão bem branda, algo leve, mas de longa duração, com persistência dos sintomas. É considerado crônico, de tal maneira, que muitos que convivem com a alguém que tenha o humor distímico chegam a pensar que a pessoa é assim, que faz parte da personalidade dela, que esse é o jeito dessa pessoa ser, sem nem mesmo imaginar que se trata de uma doença. Com isso, o diagnóstico, muitas vezes é difícil de ser dado ou percebido pelo indivíduo que sofre com o problema.

Alguns dos sintomas mais comuns da doença são mau humor, negativismo, pessimismo leve, mas persistente, irritação, impaciência, pessoa com tendência mais crítica, severo consigo mesmo, tristeza, angústia e mal-estar, mas que não impedem a pessoa de seguir em frente e viver uma vida normal.

Ainda com esse quadro negativo descrito, a pessoa que apresenta distimia consegue seguir em frente, por isso, quem está a sua volta, muitas vezes não é capaz de avaliar o sofrimento vivido pelo distímico. Quem está de fora, às vezes, questiona se a pessoa está bem, justamente pela fisionomia ou olhar mais caído, que lembra alguém mais melancólico.

No dia a dia, quem sofre com a distimia, tem dificuldade de superar situações negativas, os obstáculos parecem enormes e complicados de serem superados, há dificuldade no convívio com as pessoas e suas individualidades (o outro, muitas vezes, se torna uma grande ameaça), falta energia para lidar com o que não é programado, algumas pessoas têm dificuldade de trabalhar em grupo e se pudessem escolher dariam preferência para trabalhos individuais.

Tratamento

A distimia tem tratamento e cura. A solução é o tratamento psicológico com ênfase na terapia focada na solução, fazendo um treinamento e, se necessário, uma avaliação com um médico e tratamento medicamentoso (psiquiátrico). É fundamental entender a individualidade do paciente e qual a melhor forma de ajudá-lo a se curar. A vida pode e deve ser leve, livre e alegre. A cura pode libertar da dor e mal-estar.

Adriana de Araújo é Psicóloga, Coach e palestrante. Para mais informações, acesse: www.adrianadearaujo.com.br

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

footer logo

Conheça o outro lado do empresário de sucesso. Aqui ele compartilha dicas de empreendedorismo e vida em equilíbrio para você encontrar a sua felicidade.


BUSCAR NO SITE