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Carolina Beu

Ganhar condicionamento físico, agilidade, equilíbrio e autoconfiança praticando apenas uma modalidade esportiva? Saiba que a cultura milenar tailandesa pode auxiliá-lo nisso. Com mais de dois mil anos de existência, o Muay Thai é um combinado de luta, exercício de concentração e filosofia de vida. Também conhecido como boxe tailandês, essa arte marcial ganha cada vez mais adeptos no Brasil.

Durante as aulas, o aluno aprende a unir força e flexibilidade, melhora a coordenação motora e otimiza o gasto energético.  “Além de dinâmico e divertido, o treinamento alia exercícios aeróbicos, coordenação e flexibilidade. Esses aspectos auxiliam na perda de peso e diminuição do percentual de gordura do corpo”, afirma Marcelo Bueno, fisioterapeuta e instrutor de Muay Thai.

Em pouco tempo de treino o aluno já começa a notar a diferença, visto que apenas uma hora de aula pode resultar no gasto energético de mais de 1000 calorias. “O praticante precisa fazer um bom aquecimento e se preocupar em repetir os movimentos corretamente antes de aplicar socos e chutes com força. Isso ajuda a prevenir futuras lesões”, explica Bueno.

Bom para a mente

O Muay-Thai também é indicado para combater o estresse e elevar a autoconfiança. “Toda arte marcial trabalha muito a coragem e a capacidade de enfrentar desafios, além de exigir várias habilidades emocionais”, esclarece Alessandro Vieira dos Reis, analista de comportamento e praticante de Muay Thai. Segundo o especialista, o aluno precisa estar focado e acreditar em si mesmo para ter um bom desempenho na luta.

Também conhecida como a ‘Luta das Oito Armas’, o Muay-Thai é considerada uma das mais completas artes marciais do tipo strinkking por sua variedade de golpes. Utilizando-se dos joelhos, cotovelos, pernas e punhos, o praticante percebe que o seu desempenho depende de sua capacidade de controlar pensamentos e sentimentos. “Daí ele usa essa valiosa lição em outras áreas da vida, como no trabalho e nas relações pessoais”, diz Reis.

Existe competitividade e agressividade? Claro! Mas isso faz parte de qualquer esporte, ainda mais um que envolva luta. Em todo o caso, o que está em jogo é a capacidade de vencer a si mesmo. “Aprender a lidar com seus instintos agressivos e competitivos é melhor que ignorá-los. E lutar é uma forma de trabalhar isso”, esclarece Reis. Para o praticante, a parte mais importante da luta não está nos punhos ou nas pernas e sim na mente. “Por isso o treino melhora você por dentro e por fora”, finaliza. 

1 Comentário
  • 20 de maio de 2011 às 11:38

    Gostaria de parabenizá-lo pelo blog, eu assino o RSS, e acompanho sempre que possível, sou advogado e empreendedor, e é de pessoas assim que o mundo precisa, pessoas que sirvam de inspiração. Abraço

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