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Stefânia Akel

Desenvolver um produto ou serviço que contribua para a sociedade, aperfeiçoar essa solução conforme o feedback das pessoas e disponibilizá-la a um preço justo para o público e para sustentar o próprio negócio… Ainda na infância? Pode parecer precipitado num primeiro momento, mas há cada vez mais escolas no Brasil investindo em aulas de empreendedorismo para crianças e adolescentes.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) já realiza parcerias com escolas interessadas, instrumentalizando os professores, há mais de uma década, voltando-se para alunos de 7 a 14 anos de idade.

Leo Fraiman, diretor de uma clínica de psicoterapia e gestão de carreiras que leva seu nome e autor de uma série de livros didáticos que integra uma metodologia voltada para o assunto, afirma que, “assim como não se pode ensinar matemática por meio de uma mera palestra ao longo de um ano, também não se pode criar o pensamento empreendedor, a atitude empreendedora com uma palestra no Ensino Médio”.

Na prática, isso significa que seu método — iniciado quando a criança está com 5 anos — trabalha outros atributos relacionados ao empreendedorismo, não apenas o assunto de forma isolada. A didática explora, portanto, a inteligência emocional, a diversidade de carreiras e seus propósitos, métodos de estudo, processos seletivos etc.

Precoce demais? Não para Fraiman. “Não é raro observarmos na sociedade pessoas que, em vez de se tornarem adultas, se tornaram adulteradas, ou seja, perderam contato com a sua essência, com seus sonhos, com seus valores, e com isso vão rastejar em vez de voar. Vão viver numa visão de mundo pequena, amedrontada, muitas vezes reativa, quando deveriam buscar uma postura proativa, responsável por si mesma e comprometida com o melhor que podem vir a ser.”

Institucionalmente, o Sebrae defende que “a escola deve garantir uma educação que estimule a criatividade e o pensamento crítico”. O psicólogo, por sua vez, afirma que obtém retorno positivo dos colégios que compõem sua clientela: “O aluno se motiva mais, tem menos comportamentos autodestrutivo, e melhor rendimento escolar, porque vê sentido naquilo que estuda”.

1 Comentário
  • Alexandre

    24 de abril de 2016 às 19:34

    Desse eu tenho saudade , sou chefe de seçao no Gpa e somos grato a esse verdadeiro lider !
    Parabéns Abílio a historia de sucesso que vc criou em sua carreira , me espelho em vc e se eu tiver 1% de sua capacidade ja serei um vitorioso

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