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O conturbado cenário econômico brasileiro está assombrando os empresários e empreendedores, que, despreparados e sem nenhum planejamento, assistem ao declínio das vendas, assim como a seus produtos encalharem nas prateleiras, seus clientes desaparecerem dia após dia e, por fim, suas empresas fecharem as portas. Mas, será que a culpa é mesmo da crise?

A crise assusta e desestabiliza, mas cria, também, oportunidades de renovação, desenvolvimento e sucesso, possibilitando até a conquista de maior espaço no mercado. Empresas preparadas para lidar com ela apresentam vantagens competitivas e aproveitam, ao máximo, as novas demandas dos consumidores. Então, vamos lá: é possível conquistar ainda mais clientes – em vez de perdê-los definitivamente – mesmo em tempos de crise?

Claro que sim! E isso não depende do mercado. Não depende da crise. Depende de você, empresário ou líder. Confira três segredos que mudarão, de vez, seu modo de encarar desafios e te ajudarão a conquistar novos clientes, além de reter os atuais, até em tempos de crise!

  1. Venda produtos que adicionem valor ao consumidor

Uma coisa é fato: com medo do desemprego e com menos dinheiro no bolso, os consumidores compram menos. Mas coloque uma informação em sua mente: eles ainda compram, e não deixarão de comprar. A diferença é que, em geral, estão se tornando financeiramente mais conscientes. O que eles compram, então? Produtos e serviços que adicionem valor a eles.

Em vez de comprar dezenas de produtos com pouca importância, o consumidor consciente prefere investir em algo que lhe dê um retorno, que lhe traga resultados melhores. Eu sinto essa mudança de consumo em minha empresa, a Sociedade Brasileira de Coaching. Cresce o número de pessoas que procuram cursos de coaching para ter uma nova profissão (serem coaches), para desenvolver competências em sua área de atuação atual, para conquistar uma nova oportunidade de carreira, ou, em muitos casos, abrir seu próprio negócio. Este é um sinal de que, quando o produto adiciona valor ao cliente, ele não perde seu valor, muito pelo contrário – ele ganha relevância – em tempos de crise. E lembre-se: a tendência é só aumentar a demanda por esses produtos.

  1. Retenha seus clientes

Muitas empresas perdem seus clientes por motivos banais.  Quer um exemplo? Responda para mim: se você é mal atendido em um restaurante de um chef famosíssimo, mesmo que a comida seja extraordinária, você voltará lá futuramente? Não. Nem eu!

Não basta o produto ser fenomenal e adicionar valor ao cliente se empresa não souber construir uma nova clientela e, principalmente, fidelizar a clientela já existente. Clientes devem ser preservados. O que é mais difícil, na sua opinião: conquistar novos clientes ou reter os atuais?

Então, se você fizer a lição de casa bem-feita e fidelizar os seus clientes, você já estará muito à frente da concorrência. Ofereça aos clientes, além de um produto de qualidade, um serviço de qualidade. Treine seu time para atendê-los com excelência, suprindo suas necessidades de consumo, além de oferecer a eles uma experiência exclusiva e que mereça ser repetida. Além disso, nunca deixe os clientes caírem no esquecimento: mantenha um relacionamento sustentável e duradouro por meio de ações de pós-marketing, o que pode gerar indicações (sinal de novos clientes), além de outros frutos que levarão sua empresa ao sucesso.

  1. Torne sua empresa lucrativa

Qual é a primeira atitude que você tomaria se sua empresa estivesse beirando a falência? Cortaria os gastos? Muitos empresários saem cortando gastos desnecessariamente e sem planejamento, e o resultado não poderia ser mais alarmante: declínio da produtividade e da performance. Qual é o segredo, então, para elevar a lucratividade da empresa mesmo em tempos de crise? O engajamento.

Empresas com times completamente engajados apresentam resultados surpreendentemente mais positivos do que empresas movidas por profissionais desengajados. Segundo pesquisas feitas pelo Instituto Gallup com mais de 1,3 milhão de trabalhadores em 192 organizações, as organizações nas quais o engajamento é maior são 22% mais lucrativas. São, também, 21% mais produtivas e apresentam um índice de absenteísmo 37% menor do que as que apresentam menor porcentagem de funcionários engajados. Quer mais? As engajadas ostentam uma taxa de turnover 25% inferior (nas empresas de alta rotatividade) e 65% menor (nas de baixa rotatividade). É esse resultado que você aspira para a sua empresa?

Aplique essas três estratégias em seu negócio e nunca mais a crise será um problema real. Você verá!

 Villela da Matta é fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Coaching e presidente da SBCOACHING Corporate. Um dos maiores especialistas em business coaching do País, Villela da Matta atuou em organizações como Mercedes-Benz, Deutsche Telekom e participou da formação de mais de 20 mil coaches em mais de uma década de trabalho dedicado ao desenvolvimento do potencial humano, tornando-se conhecido pelo estilo único de transformação de alto impacto. É o primeiro master coach do Brasil. Publicou os títulos “Estratégias Avançadas de Vendas” e “Engajamento Total” em parceria com Flora Victoria e Brian Tracy.

 

 

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